Retorno as aulas pode voltar

Retorno das aulas diz Estado de São Paulo

Nesta sexta-feira, o Ministério Público do Estado de São Paulo se pronunciou sobre o retorno as aulas.
Interpôs recurso nesta sexta-feira contra a ordem de ontem que impedia seu retorno às escolas em todo o estado.
Entretanto as escolas particulares voltariam pessoalmente às segundas-feiras e as escolas públicas nas semanas seguintes.
Ele argumentou que a liminar acarretou “grave interferência na ordem administrativa” e que “a devolução foi baseada em estudos internacionais.
E na experiência com a adoção de diversas medidas de segurança”, para esse retorno as aulas.
A denúncia foi encaminhada à presidência do Tribunal de Justiça e deve ser ouvida esta tarde.
O texto também menciona que o processo de elaboração do protocolo de retorno.
Certamente foi feito com base no “diálogo com representantes do setor educacional das redes pública e privada.
Por meio de 17 reuniões de trabalho, das quais participaram cerca de 100 pessoas”.
Também por “exame de especialistas e discussões com representantes qualificados da sociedade e do setor manufatureiro”.
De acordo com o texto, as medidas tomadas pela Secretaria de Educação “sempre buscaram proteger a saúde e a integridade física de todos os colaboradores”.

Como fazer nesse momento



Na noite de quinta-feira, a desembargadora Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública da capital

Suspendeu os efeitos de um decreto em dezembro do ano passado que aprovou a continuidade das atividades de ensino nas escolas públicas e privadas.
Igualmente mesmo nas fases mais restritivas da flexibilidade quarentenária plano (laranja e vermelho).
O agravamento da pandemia, segundo ela, motivou a decisão.
Os sindicatos dos professores pediram a suspensão do retorno à escola e desejam retornar somente após a vacinação dos profissionais.
No entanto, ainda não existe um plano do Ministério da Saúde de dar prioridade à imunização para profissionais de outras áreas que não a saúde.
No recurso, o estado afirma que não cabe ao Judiciário decidir sobre as medidas administrativas e cita outros exemplos de casos semelhantes.
Um foi quando as cidades costeiras foram proibidas de impedir os residentes de ir à praia em maio, durante uma pandemia.
A proibição foi suspensa porque o presidente do Tribunal, Geraldo Francisco Pinheiro Franco.
Entendeu que essas decisões deveriam ser deixadas para o Executivo e não para o Judiciário.

O que podemos esperar

Assim também foi relatada a compra de 10.150 termômetros digitais para medição de temperatura.

Igualmente 12 milhões de unidades de máscaras de tecido, 308 mil unidades de máscaras de proteção e outros equipamentos para escolas públicas.
Estão incluídas fotos de escolas já se preparando para o retorno, com mesas equipadas com separadores de acrílico.
Enfim só queremos que nossas crianças voltam a sua rotina normal de aprendizado.
Se que sejam lesados nem pelo aprendizado e nem pelo contagio.
Como pais ficamos de mãos atadas e aguardando o melhor para os nossos pequenos, que estão ansiosos por esse retorno.